quinta-feira, 30 de maio de 2013

UMA PESSOA COM SÍNDROME DE PÂNICO PODE LEVAR UMA VIDA NORMAL

COMO UMA PESSOA COM SÍNDROME DO PÂNICO PODE LEVAR UMA VIDA NORMAL

A Síndrome do Pânico é um mal da vida moderna, que infelizmente vem acometendo cada vez mais pessoas, afetadas pelo caos e pelos problemas intermináveis da vida moderna.
A doença, caracterizada por crises intensas de pânico, que incluem sudorese, taquicardia, tremores, sensação de desmaio, medo de morrer iminentemente, entre outros, é o resultado de um distúrbio na química do cérebro, que deixa as pessoas mais propensas a desenvolver as crises.
Toda crise de pânico tem um gatilho. Isso porque a doença raramente começa sem que a pessoa tenha passado por um trauma grave, como a morte de um familiar próximo, um sequestro, um assalto ou acidente carro, por exemplo.
São esses tipos de eventos que causam uma intensa mudança na química cerebral do indivíduo e as crises começam.
É possível levar uma vida normal, mesmo com a Síndrome do Pânico?
Depende de você. Obviamente que não dá para dizer que dá para levar uma vida 100% normal, pois a doença inevitavelmente traz algumas limitações para a vida da pessoa.
Por exemplo: alguém foi assaltado em uma “saidinha de banco” por uma moto. A pessoa então passa a ter crises de pânico toda vez que um motociclista passa por perto, por inconscientemente achar que vai passar por aquela situação novamente. O motociclista ou até mesmo uma simples ida ao banco podem ser o gatilho da crise de pânico.
Mas, se você estiver fazendo o tratamento médico e psicológico adequadamente, tomando as medicações indicadas de forma correta, a sua qualidade de vida melhora significativamente, pois, com o tratamento, as crises tendem a diminuir cada vez mais e a pessoa passa a levar uma vida muito melhor e mais independente.
Outro passo que pode ajudar bastante quem tem a Síndrome do Pânico a levar uma vida normal é apostar em tratamentos alternativos, que são ótimos para acelerar os resultados do tratamento e a cura da doença, como:
Tratamento ortomolecular
É um tipo de tratamento que se baseia em repor os minerais e nutrientes que faltam no organismo da pessoa que tem a Síndrome do Pânico, especialmente as vitaminas do complexo B, que ajudam a estabilizar as funções do sistema nervoso central, diminuindo a ansiedade do indivíduo, o que ajuda muito a diminuir a ocorrência das crises.
Florais de Batch
Os florais de Batch são muito conhecidos por ajudar as pessoas a reestabelecer o seu equilíbrio emocional. E, com o lado psicológico mais equilibrado, a pessoa tem plenas condições de voltar a ter uma vida normal, com a evolução dos tratamentos, que atuam em conjunto para curar a Síndrome do Pânico.
Lembrando que esse é apenas um material informativo e não substitui uma avaliação médica com um especialista.

Texto concedido pelo blog www.sindromedopanico.com.br
Colaboração: Patrícia Oliveira <patricia.leris@e-editora.net>


sábado, 25 de maio de 2013

ALERGIA A ESTRESSE: DEPRESSÃO.


“Alergia a estresse”: depressão pode ser causada por sistema imunológico hiperativo



Uma nova pesquisa do centro médico Mount Sinai Medical Center, em Nova York (EUA), descobriu que um sistema imunológico superativo pode explicar por que algumas pessoas são mais suscetíveis à depressão.
O estudo foi realizado com ratos. Alguns deles tinham um sistema imunológico que respondia ao estresse superproduzindo um composto inflamatório chamado de interleucina-6 (IL-6). A abundância de IL-6 os tornou mais propensos à depressão do que os ratos sem sistema imunológico hiperativo.
O mesmo composto é elevado em seres humanos depressivos, o que oferece esperança para novos tratamentos da condição.

Depressão = alergia?

Segundo a pesquisadora Georgia Hodes, o estresse pode ser pensado como um “alérgeno”, exatamente como pelos de animais, por exemplo, com o sistema imunológico hiperativo respondendo a ele de forma que torna as pessoas mais deprimidas (assim como tranca o nariz de outras).
“Em alguns aspectos, é análogo a uma alergia”, explica Hodes. “Você tem algo que não é realmente perigoso, mas o seu corpo pensa que é, então você tem essa resposta imunológica exagerada. Neste caso, o sistema imunológico responde exageradamente ao estresse causando depressão”.

A pesquisa

A interleucina-6 é uma citocina, um extenso grupo de moléculas envolvidas na emissão de sinais entre as células durante o desencadeamento das respostas imunes.
Os pesquisadores já encontraram níveis elevados desta citocina no sangue de pessoas que sofrem de depressão, mas até hoje não ficou claro se a IL-6 é resultado do distúrbio, ou uma das causas.
Hodes e seus colegas investigaram a questão expondo um grupo de ratos a outros ratos maiores, mais velhos e mais cruéis, e medindo os níveis de IL-6 dos animais mais jovens após esse encontro inicial, geralmente muito estressante, e que muitas vezes envolveu situações como o rato mais jovem ficar preso ou ser mordido.
Os pesquisadores continuaram expondo os ratos jovens aos mais velhos por 10 dias, um processo chamado de estresse social repetido. Após esse período, os ratos jovens foram colocados em um espaço aberto com uma gaiola vazia.
Os pesquisadores cronometraram quanto tempo o animal investigou a gaiola vazia, e depois colocaram um novo rato agressivo nela, cronometrando o tempo em que o jovem rato o investigou.
Ratos saudáveis exploravam o companheiro enjaulado, mas a maioria dos ratos expostos repetidamente ao estresse “ficavam na deles”, um tipo de isolamento social que pode indicar “depressão” para os ratos.
Os pesquisadores também mediram a quantidade de água com açúcar que os ratos estressados beberam. Os saudáveis amam líquidos doces, mas os deprimidos não os procuram, assim como as pessoas deprimidas podem não ver alegria nas coisas que normalmente as fazem felizes.
Os ratos estressados apresentaram respostas diferentes ao agressor enjaulado no teste final. Alguns se encolheram, enquanto outros investigaram o rato enjaulado.
Este comportamento foi associado a IL-6: ratos que tiveram um “pico” de IL-6 durante o seu primeiro encontro com um agressor foram os que ficaram encolhidos em um canto, enquanto os ratos com respostas imunes menos severas inicialmente agiram de forma normal.
Em seguida, os pesquisadores bloquearam a ação da IL-6 nos ratos com uma droga que previne a citocina de viajar do corpo para o cérebro. A droga permitiu que os animais propensos ao estresse agissem normalmente.
Para ter certeza de que realmente a IL-6 – e só ela – estava causando o comportamento visto, os pesquisadores transplantaram medula óssea de ratos sensíveis a essa resposta imunológica em ratos não sensíveis.
A medula óssea é onde as novas células do sistema imunológico são construídas. Se a IL-6 estivesse mesmo causando o efeito visto – uma resposta exagerada ao estresse que leva à depressão -, os ratos antes não propensos agora deveriam agir depressivamente, o que foi exatamente o que aconteceu.

Novo tratamento

A pesquisa precisa ser repetida com seres humanos antes de levar a um novo tratamento para a depressão.
A boa notícia é que alguns dos medicamentos utilizados no estudo para aliviar a resposta imune “exagerada” ao estresse (e controlar a produção de IL-6) já estão no mercado para tratar artrite reumatoide em humanos. Isso significa que podem facilmente ser testadas em pessoas para tratar depressão.
Atualmente, o próximo passo da pesquisa é estudar ratos geneticamente alterados para não produzir IL-6 e ver se esses animais podem ser utilizados como doadores de medula óssea para curar ratos propensos a estresse.[LiveScience]



Fresias e Lavandas: meus primeiros trabalhos com fuxicos

Demorei mais vim. Abraço e sucessos.